NAVIO NEGREIRO
Algumas mentiras sobre escravidão que você acreditou a vida inteira.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Escravidão no Brasil - Negros
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Algumas mentiras sobre escravidão que você acreditou a vida inteira.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Pênis grandes: 7 mitos e verdades

Se eu te perguntasse agora se você prefere 10 mil reais ou 2 cm a mais, você com certeza pararia para pensar. Acontece que tamanho do pênis ainda é algo que desperta a inveja nos homens e a curiosidade nas mulheres. Negros são bem dotados, já os orientais não. Quanto mais peludo o cara, maior o tamanho do membro. Se ele for alto então… Vai dizer que nunca ouviu uma dessas? É tanta coisa que dizem por ai, que fica difícil saber no que você pode acreditar ou não.

Pensando nisso, separei 7 mitos e verdades sobre os pênis grandes. Se liga:
💗QUANTO 💗💗MAIOR O PÊNIS, MAIS PRAZER ELE PROPORCIONA?
Nem sempre. A cavidade vaginal tem entre 8 cm e 10 cm. Logo, se você inserir mais do que isso, pode ser que o pênis atinja o colo do útero e gere certo desconforto na sua parceira. Principalmente, se o cara for muito afoito e penetrar com muita força e sem jeito. O prazer feminino está mais ligado à grossura do pênis e a outros fatores que cercam o ato sexual: emoção, amor, clima erótico, desejo e habilidade do parceiro. Logo, quanto maior o pênis, mais o cara deve se preocupar com uma posição sexual que agrade e excite a parceira.
Já sobre o gosto do universo gay, no meu caso, prefiro penis grande e grosso, quanto mais dotado, mais prazer, já tem homens que gostam dos medios e pequenos, devido a facilidade na penetração, já aqueles que só curtem a mão amiga ou o sexo oral, tanto faz como tanto fez, na realidade, gosto não se discute.
💗O TAMANHO DAS MÃOS, PÉS OU NARIZ TEM A VER COM O PÊNIS?
Não existe nenhuma evidência científica de que o tamanho das mãos, dedos, punho, pés, nariz, queixo, pomo-de-adão ou da bunda com o pênis grande. O único jeito de saber o tamanho do membro do cara é olhando para ele.

💗NEGROS TEM PÊNIS GRANDE?
Depende muito. Alguns estudos apontam que, por fatores genéticos, homens de certos lugares do mundo podem ter pênis maiores do que os de outras. Segundo essas mesmas pesquisas, alguns países da África, cuja população em sua maioria é negra, possui uma média maior do que a do resto do mundo. Porém, mesmo com origens africanas, o povo negro passou por uma série de processos de miscigenação para os países onde foram escravizados. Ou seja, esse laço genético foi sendo diluído com o tempo. Por isso, não: Nem todo negro tem o pênis grande.
💗UM PÊNIS GRANDE PASSA DE PAI PARA FILHO?
Sim. Tal qual a cor dos olhos, calvície e altura, o tamanho do pênis passa dos pais para os filhos. Ou seja, ele pode estar relacionado tanto ao lado do pai, como o da mãe.

💗QUANTO MAIOR O PÊNIS, PIOR A EREÇÃO?
Qualquer um que já tenha visto um filme do Kid Bengala sabe que essa é mentira. A ereção é um fenômeno vascular e não depende do tamanho ou formato do pênis para acontecer.

💗CARAS ALTOS TEM PÊNIS PEQUENOS E CARAS PEQUENOS TEM PÊNIS GRANDES?
Algumas pessoas gostam de chamar essa teoria da teoria do L. E não, não tem fundamento. Alguns especialistas apontam que existe uma tendência que caras mais altos possuam membros maiores. Porém, nem sempre o orgão acompanha o crescimento do corpo.
💗QUANTO MAIOR O PÊNIS, MAIS MÁSCULO É O HOMEM?
Não, não existe prova científica nenhuma que homens com pênis grande sejam mais viris. Talvez o que exista é uma auto-estima maior após se comparar com outros homens em um vestiário por exemplo. Porém, mesmo assim, não quer dizer que os “avantajados” produzam mais hormônios, espermatozoides, falem mais grosso, tenham mais força, pelos ou sejam “mais homens” do que os outros ao seu redor.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
A História do Negro no Brasil
Os negros no Brasil Colonial

Os negros no Brasil Colonial
A participação dos negros no Brasil Colonial aconteceu a partir do momento em que a experiência colonial portuguesa estabeleceu a necessidade de um grande número de trabalhadores para ocuparem, em princípio, as grandes fazendas produtoras de cana-de-açúcar. Tendo já realizada a exploração e dominação do litoral africano, os portugueses buscaram nos negros a mão de obra escrava para ocupar tais postos de trabalho.
Foi daí que se estabeleceu o tráfico negreiro, uma prática que atravessou séculos e forçou diversos negros a saírem de seus locais de origem para terem seus corpos escravizados. Além da demanda econômica, a escravidão africana foi justificada pelo discurso religioso cristão da época, que definiu a experiência escravocrata como um tipo de “castigo” que iria aproximar os negros do cristianismo.

Em terras brasileiras, a força de trabalho dos negros foi sistematicamente empregada pela lógica do abuso e da violência. As longas jornadas de trabalho estabeleciam uma condição de vida extrema, capaz de encurtar radicalmente os anos vividos pelos escravos. Ao mesmo tempo, a força das armas e da violência transformavam os castigos físicos em um elemento eficaz na dominação.
Durante a exploração colonial, a mão de obra negra foi amplamente utilizada em outras atividades como na mineração e nas demais atividades agrícolas que ganharam espaço na economia entre os séculos XVI e XIX. Mesmo destacando tais abusos, também devemos sinalizar a contrapartida desse contexto exploratório, com a presença de várias formas de resistência à escravidão.
As rebeliões eram realizadas a partir das articulações dos escravos e, em diversos relatos, aparecem como uma preocupação constante dos senhores de escravo. Paralelamente, as fugas e a formação de quilombos também se tornaram práticas que rompiam ativamente com o universo de práticas que definia o sistema colonial. De tal forma, vemos a presença de uma resposta a essa prática que cristalizou o abuso e a discriminação dos negros em nossa sociedade.
Do século XV ao século XIX, a escravidão foi responsável, em todo o continente americano, pelo trânsito de mais de 10 milhões de pessoas e pela morte de vários indivíduos que não sobreviveram aos maus tratos vivenciados já na travessia marítima. Ainda hoje, a escravidão deixa marcas profundas em nossa sociedade. Entre estas, destacamos o racismo como a mais evidente.
Por Rainer Gonçalves Sousa
Colaborador Mundo Educação
Graduado em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG
Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG
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